15.7.13

Estou muito orgulhosa de ti. Mesmo muito. De ti e de cada passo que dás no desconhecido. Afinal, não é qualquer pessoa que caminha dessa forma tão convicta ainda mais por trilhos nunca antes pensados. E não é qualquer um que luta pela vida e vive tão apaixonadamente. Só tu. Tu que és completa e totalmente tu. E é isso que te torna tão especial. Seres tu sem fingimentos. Seres tu na tua forma mais genuína. És exclusivo no meu coração. E imprescindível. És o motor da minha vida, porque sem ti, eu não sei viver. Não consigo sequer imaginar como seriam os meus dias sem ti. Sem acordar e ouvir a tua voz. Sem me deitar com o teu beijinho de boa noite. Sem te ouvir tocar guitarra para mim. Sem dormir aconchegada a ti. E não dormir. Sem o calor do teu abraço. Sem o sabor do teu beijo. Sem os nossos momentos de cumplicidade. Sem as nossas birras e as nossas reconciliações. Sem nós. Não dá mesmo para imaginar. Para ser sincera, nem tentei. Nem vou tentar! Porque sei que seria como estar a imaginar um futuro hipotético sem lugar na realidade. Porque essa já nós a construímos e vamos construindo mais um bocadinho cada dia. Sem pressas e com muito amor. As atitudes contam para a soma final. Todas. E, por isso, há que pensar e repensar muito bem. E, por vezes, agir impulsivamente. E cometer erros, também. Mas repará-los logo de seguida juntos. E viver. Viver sendo nós. Somente nós. Repletos de amor no coração e na alma. Sendo o que cada um de nós é, mas, principalmente, sendo o que somos juntos. Como um só.