Eu acredito no amor. Acredito que ele possa ser eterno.
Acredito que, se lhe for depositada toda a pureza do sentir, ele pode até mesmo
superar tudo. E quando digo tudo, refiro-me mesmo a tudo. Quem ama perdoa e
quem perdoa é porque realmente ama. Porque quem ama, não ama por umas horas.
Quem ama entrega o que tem e o que nunca teve. Quem ama luta e quem luta tenta.
A felicidade está ao alcance de uma tentativa e a felicidade é o amor. Eu sou
feliz. Muito feliz, aliás. E acredito no amor, porque tenho um amor assim. Não.
Assim, não. Muito mais que assim, porque é muito mais que palavras. Vai muito
além de todos os esteriótipos estabelecidos para a definição de amor-perfeito.
E eu não quero defini-lo. Iria estar a colocar limites a algo tão
grandioso como é o amor. Grandioso e infinito. E belo. Belo como a beleza do mar.

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