Estou muito orgulhosa de ti. Mesmo muito. De ti e de cada
passo que dás no desconhecido. Afinal, não é qualquer pessoa que caminha dessa forma
tão convicta ainda mais por trilhos nunca antes pensados. E não é qualquer um
que luta pela vida e vive tão apaixonadamente. Só tu. Tu que és completa e
totalmente tu. E é isso que te torna tão especial. Seres tu sem fingimentos.
Seres tu na tua forma mais genuína. És exclusivo no meu coração. E imprescindível.
És o motor da minha vida, porque sem ti, eu não sei viver. Não consigo sequer
imaginar como seriam os meus dias sem ti. Sem acordar e ouvir a tua voz. Sem me
deitar com o teu beijinho de boa noite. Sem te ouvir tocar guitarra para mim.
Sem dormir aconchegada a ti. E não dormir. Sem o calor do teu abraço. Sem o
sabor do teu beijo. Sem os nossos momentos de cumplicidade. Sem as nossas
birras e as nossas reconciliações. Sem nós. Não dá mesmo para imaginar. Para
ser sincera, nem tentei. Nem vou tentar! Porque sei que seria como estar a imaginar
um futuro hipotético sem lugar na realidade. Porque essa já nós a construímos e vamos
construindo mais um bocadinho cada dia. Sem pressas e com muito amor. As atitudes contam para a soma final. Todas. E, por isso, há que pensar e
repensar muito bem. E, por vezes, agir impulsivamente. E cometer erros, também. Mas
repará-los logo de seguida juntos. E viver. Viver sendo nós. Somente nós.
Repletos de amor no coração e na alma. Sendo o que cada um de nós é, mas,
principalmente, sendo o que somos juntos. Como um só.

oh pequenina, muito muito obrigada pelas tuas palavras! e talvez tenhas razão, a solidão faz bem, faz-nos sentir mais próximos de nós mesmos, e isso também é preciso. e quanto a este teu pedaço de alma, está lindo lindo! descreves o amor de uma forma que eu gostaria de descrever, está mesmo muito bonito pequenina! e que esse amor dure, está bem? beijinhos
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